em tempos disse-me: "olha lá se não és tu que me deixas por um bem melhor que eu".
e eu deduzi que não houvesse bem nenhum pelo qual ele podesse ser trocado a não ser por ele próprio, quando teima em não ser melhor do que sabe poder ser, quando não dá o que de tanto se merece.
e por isso sim, penso em deixá-lo. agora mais do que nunca. porque não há "um bem melhor que ele"que o possa substituir a não ser ele mesmo. que o amo. porque não o consigo ter só pela parte que quer dar ou pela falta que me faz a outra metade que não se ajeita.

2 ângulos:
r@aios lá para as 'coisas' pela metade :S
...
sorte**
Oh que coisa...
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